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- 10 de junho de 2025
Imagine a seguinte situação: você abre uma marca, desenvolvida do 0, que oferece produtos originais e de intelectualidade própria. As vendas iniciam bem: em pouco tempo, seu nome se torna conhecido, e a demanda aumenta. Até que, de repente, algo acontece: pessoas para quem você nunca vendeu começam a reclamar da qualidade – indicando que estão pirateando sua marca.
Parece um cenário desesperador, não? Mas acontece com certa frequência: mais e mais empresas estão tendo prejuízos monstruosos com a falsificação de seus produtos, e não fazem ideia de como prevenir – ou resolver – essa situação cabulosa.
Pensando nisso, o time Valinke preparou algumas dicas essenciais, que podem lhe ajudar a resolver esse problema que assusta tantos empreendedores. Confira.
O que se encaixa em pirataria?
Primeiramente, é necessário ter em mente quais são – e como se classificam – essas supostas ameaças. As pessoas podem resolver a maioria dos casos de forma simples, como fazendo denúncias diretas ao suporte das redes sociais. Já outros casos exigem uma atenção mais centrada – algumas vezes, podendo até precisar da atuação de um profissional jurídico.
A pirataria, apesar de sempre ter existido, se popularizou fortemente no fim da década de 90. Com maior abertura comercial e a nova era da tecnologia, se tornou comum não só ver brinquedos falsificados, mas filmes, jogos, CDs e pen-drives, por todos os cantos da cidade – vendidos a preço de banana.
Isso enraizou-se de tal forma no popular brasileiro que, culturalmente, tornou-se ‘aceitável’ e ‘comum’ consumir itens de pirataria: em feiras, por exemplo, era natural que crianças e adultos comprassem 5 filmes – que muitas vezes ainda estavam no cinema! – por pouco menos de 10 reais.
“Atualmente, o cenário mudou, mas mantém uma proposta parecida: sites e aplicativos ilegais passaram a oferecer esses filmes gratuitamente pela internet, enquanto vendedores começaram a comercializar réplicas de marcas famosas em grande escala por meio dos marketplaces.
Em 2024, a pesquisa realizada pelo FNCP – Fórum Nacional Contra Pirataria – registrou um prejuízo bilionário na economia brasileira, devido à pirataria: o número, estimado pelos pesquisadores, é de cerca de R$ 468,3 bilhões de reais. Muita grana, não?
“De acordo com o mesmo órgão, a pirataria configura um delito contra o direito autoral, e o órgão esclarece que ela não se limita apenas aos camelôs e às vendas em shoppings, mas também abrange o contrabando e o uso indevido de imagem.
Ou seja: pessoas que fabricam réplicas, criam produtos que imitam a identidade visual, administram perfis fakes ou aplicam golpes usando o nome de uma empresa também cometem crimes que ferem a propriedade intelectual.
Estão realmente pirateando minha marca. O que devo fazer?
O primeiro passo é coletar e arquivar provas. Links de revenda, evidências de contrabando, capturas de tela do uso indevido de imagem, relatos de clientes. Tudo isso deve ser separado e guardado, para poder servir de denúncia, caso necessário.
Em algumas redes sociais e market places, é possível contatar diretamente o time de segurança e gestão do site, solicitando a remoção de anúncios ou perfis falsos. No Instagram, por exemplo, há a possibilidade de denúncia: basta ir nos 3 pontinhos ao lado, clicar em ‘Denunciar’ e selecionar a opção de perfil fake. Fazendo isso, uma análise será feita, para a retirada da página.
Apesar dessa função, denunciar produtos individualmente pode ser ineficaz – e a resposta dos apps, muitas vezes, é demorada. Por isso, é importante reunir provas em um arquivo jurídico e, em casos mais graves, acionar advogados.
O segundo passo é comunicar clientes e parceiros. Deixe claro o local e o meio como esses golpes estão sendo aplicados, e quais os meios oficias de compra e contrato. Divulgue por post ou comunicado em redes sociais e peça que relatem qualquer atividade suspeita à empresa.
Também é interessante criar um post informativo de como diferenciar produtos/propostas falsas, para evitar problemas futuros – e prevenir ainda mais sua marca.
Estão pirateando minha marca: como a Valinke pode te ajudar.
Golpes e falsificações podem prejudicar seriamente a imagem de uma marca – especialmente as novas, mas também as já consolidadas.
Uma comunicação rompida com seu cliente o faz ter uma quebra de confiança que, muitas vezes, pode ser extremamente difícil de ser reconstruída. E, o pior de tudo: essa quebra acaba não sendo nem por sua culpa.
Por isso, a equipe da Valinke se planeja e atua de forma eficaz e direta, utilizando de Inteligências Artificias treinadas e outras ferramentas importantes, para detectar e remover qualquer tipo de conteúdo fraudulento.
Garantimos a integridade de sua marca, e oferecemos apoio completo durante toda a jornada, para que você não precise se preocupar com isso, e focar unicamente na expansão e consolidação de seu negócio., inibindo qualquer um que esteja pirateando sua marca.
Quer entender mais? Entre em contato e acompanhe nosso conteúdo no Instagram.