Combata golpes digitais que exploram sua marca e proteja seus clientes contra prejuízos financeiros

As fraudes online são práticas criminosas realizadas no ambiente digital com o objetivo de enganar pessoas e empresas, roubar informações, induzir pagamentos indevidos ou causar prejuízos financeiros.

No Brasil, essas práticas são combatidas por um conjunto de leis que protegem tanto os consumidores quanto as marcas, especialmente quando a fraude envolve uso indevido de identidade, marca, domínio, conteúdo ou engenharia social.

A Valinke atua de forma especializada no combate a fraudes online, identificando infrações, organizando ocorrências e viabilizando a remoção de conteúdos fraudulentos com base legal.

O que são fraudes online?

Fraudes online são crimes praticados por meios digitais para:

  • enganar usuários,
  • obter vantagem econômica ilícita,
  • capturar dados pessoais ou financeiros,
  • induzir pagamentos ou transferências,
  • explorar a confiança associada a marcas legítimas.

Essas práticas estão tipificadas principalmente no Código Penal Brasileiro, especialmente no crime de estelionato (art. 171), que passou a abranger explicitamente as fraudes eletrônicas.

Leis que combatem fraudes online no Brasil

Lei nº 12.737/2012, Lei Carolina Dieckmann

Essa lei criminaliza a invasão de dispositivos informáticos, acesso indevido a sistemas, roubo de dados e manipulação de informações digitais.

Ela é aplicada em casos de:

  • invasão de contas,
  • roubo de dados pessoais,
  • acesso não autorizado a sistemas,
  • obtenção indevida de informações digitais.

Lei nº 14.155/2021, Fraudes Eletrônicas

Essa lei agravou as penas do crime de estelionato quando praticado por meio eletrônico, incluindo:

  • fraudes pela internet,
  • golpes via redes sociais,
  • phishing,
  • uso de identidades falsas no meio digital.

Ela reforça a responsabilização criminal em golpes aplicados online.

Código Penal Brasileiro, Artigo 171

O artigo 171 tipifica o estelionato, que ocorre quando alguém obtém vantagem ilícita induzindo outra pessoa ao erro.

No contexto digital, esse artigo se aplica a:

  • golpes financeiros online,
  • falsas ofertas,
  • vendas inexistentes,
  • fraudes que utilizam marcas conhecidas para enganar consumidores.

Marco Civil da Internet, Lei nº 12.965/2014

O Marco Civil da Internet estabelece princípios e deveres no uso da internet no Brasil, incluindo:

  • responsabilidade de provedores após notificação,
  • preservação de registros,
  • cooperação para remoção de conteúdos ilegais.

Essa lei é essencial para viabilizar pedidos de remoção de conteúdos fraudulentos junto a plataformas, provedores e serviços digitais.

Lei nº 9.279/1996, Lei da Propriedade Industrial

Quando a fraude envolve uso indevido de marca, nome comercial ou identidade visual, aplica-se a Lei da Propriedade Industrial, que protege:

  • marcas registradas,
  • repressão à concorrência desleal,
  • exploração indevida da reputação de marcas.

Ela é amplamente utilizada para remover sites, anúncios e perfis usados em golpes.

Lei nº 9.610/1998, Lei de Direitos Autorais

Em casos em que fraudes utilizam conteúdos copiados, como textos, imagens, vídeos ou materiais institucionais, a Lei de Direitos Autorais também serve como base legal para remoção.

Como as fraudes online utilizam marcas legítimas

Grande parte das fraudes digitais envolve:

  • falsificação de identidade visual,
  • simulação de canais oficiais,
  • uso indevido da marca em domínios, anúncios ou aplicativos,
  • comunicações que se passam por atendimento ou cobrança legítima.

Essas práticas combinam crimes penais com violações de propriedade intelectual.

Onde as fraudes online acontecem?

As fraudes podem surgir em diversos canais:

  • sites e domínios fakes,
  • redes sociais,
  • anúncios pagos,
  • aplicativos falsos,
  • marketplaces,
  • e-mails e comunicações digitais.

Essa multiplicidade de canais exige atuação estruturada e contínua.

Impactos das fraudes online para marcas e consumidores

Fraudes online geram:

  • prejuízos financeiros diretos ao consumidor,
  • perda de confiança na marca,
  • crises reputacionais,
  • aumento de reclamações e ações judiciais,
  • riscos regulatórios,
  • associação indevida da marca a práticas criminosas.

Mesmo sem responsabilidade direta, a marca é sempre impactada.

Como funciona o combate às fraudes online

Uma estratégia eficiente envolve:

Monitoramento contínuo

Busca ativa por estruturas, conteúdos e comunicações fraudulentas.

Identificação e organização das ocorrências

Centralização das infrações para análise estruturada.

Avaliação jurídica

Enquadramento da fraude nas leis aplicáveis, como Código Penal, Marco Civil e leis de propriedade intelectual.

Remoção com base legal

Solicitação de remoção de conteúdos fraudulentos junto às plataformas.

Prevenção e inteligência

Registro das ocorrências para reduzir reincidência e antecipar novos golpes.

Fraudes online exigem atuação contínua

Golpes digitais evoluem rapidamente e exploram novas brechas.
Por isso, o combate às fraudes não pode ser pontual, ele deve fazer parte de uma estratégia contínua de Brand Protection.

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