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A criação de uma empresa pode ser uma caminhada lenta e cheia de processos específicos. Entre as muitas etapas a serem concluídas na consolidação da ideia, o registro de marca é uma das que mais trazem dúvidas – e, provavelmente, a mais importante.  

A Valinke preparou esse blog para responder todas as perguntas sobre esse processo tão importante, que garante direitos e legaliza sua marca perante ao mercado. Entenda as diferenças, e descubra qual tipo faz mais sentido diante ao seu projeto.  

O que é o registro de marca e por que ele é importante? 

Primeiramente, é importante ter em mente o valor que é agregado a uma marca, quando ela é devidamente registrada. O INPI define marca como ‘um sinal distintivo cujas funções principais são identificar a origem e distinguir produtos ou serviços de outros idênticos, semelhantes ou afins de origem diversa.’ 

Isso é, marcas são um conjunto de identificações que irão pautar um produto ou serviço específico. Quando há um registro, há exclusividade da ideia – a marca é garantida como propriedade intelectual, e passa a ser cuidada por aquele que a solicitou.  

Além disso, outro benefício do registro de marca é a credibilidade passada para os clientes. A visão sobre a segurança se torna mais clara, definindo o produto como original e, supostamente, uma aquisição segura. Registrar a marca é um requisito obrigatório para a preservação e a imagem de seu negócio – tanto em relação ao governo, quanto ao público que a consome. 

O que é registro de marca normativa? 

Dividida em quatro categorias de registro, o INPI providência a possibilidade de exclusividade em diferentes formas. A mais simples entre elas, é a possibilidade de registro de marca normativa. 

Mas, afinal, o que se encaixa em ‘marca normativa’? 

Em palavras simples e literais, é a asseguração de um nome. Sem arte alguma, sem fontes diferentes. Apenas o nome por si só: constituída por uma ou mais palavras, utilizando do alfabeto romano ou algarismos que não representem a marca de uma forma visualmente estética.  

Por exemplo, se você deseja registrar a marca ‘Doces da Vovó’, o registro normativo garante a proteção desse nome no ramo escolhido. Qualquer uso indevido por terceiros que façam alusão a esse nome pode resultar em processos judiciais.

O que é uma marca figurativa? 

Em suma, o INPI define marcas figurativas como desenhos, símbolos, qualquer forma fantasiosa de escrita ou caracteres de línguas vernáculas e ideogramas.

Ou seja, imagens no geral – que remetam e representem a marca de alguma forma. 

Um exemplo claro é a logotipo da Mercedes, ou a prórpia maçã da Apple. Apenas batendo o olho, é possível associar esses símbolos ao que eles vendem, e essa é a principal importância de um logotipo figurativo de marca. 

Ter uma boa identidade visual pode te distinguir de seus vizinhos de mercado, tornando sua marca mais vista, e se estabelecendo com maior facilidade na mente da clientela desejada. O cérebro tem uma grande tendência a criar associações, podendo lembrar do símbolo em momentos da necessidade de um serviço ou produto específico.  

O que é um registro de marca mista? 

Quando o visual é importante, mas o nome é a base principal de sua marca, a melhor forma de registro de marca é, com certeza, a chamada de ‘mista’. 

Isso porque, utilizando dessa dobra em específico, é possível registrar uma imagem juntamente a um símbolo ou desenho. 

Um exemplo é a logomarca da SONY – que usa do nome da marca de forma estilizada – ou a própria Adidas. Outros exemplos de marcas mistas são os logos de restaurantes de fast food, como o McDonalds e o Burger King. 

Quer proteger sua marca? Conheça a Valinke. 

Aqui, nosso compromisso é com a segurança de seu negócio. Entre em contato e entenda melhor como zelar pelo nome de seus serviços e produtos, se prevenindo contra a pirataria e a golpes que podem sujar a reputação de sua marca.

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